Cá comigo, pensando com os meus botões:
Mandei o texto abaixo para Brasília. O que será que vai mudar?
"Meu caro presidente e senador Demóstenes Tores, senhores senadores, senhoras senadoras,
presentes à reunião conjunta da CCJ e da CCT, na data de hoje, 2/set/2009:
Acompanhando esta sessão pela TV Senado, primeiramente devo expor minha tristeza ao ver nossos representantes (bem como suas assessorias) ora ao celular, ora aos cochichos, enquanto alguém usa (ou tenta usar!) da palavra para tratar um assunto tão importante como a Reforma Política. O país todo está assistindo, mas parece que muitos não sabem... Ou não se importam. É lastimável!
Quando das votações, as nominais, assisti até senador se abstendo de votar. Desculpem. Ou é sim (a favor) ou é não (contra). Temos o direito de saber, e os senhores a obrigação de externar suas opiniões.
Me permito lhes encaminhar texto - abaixo - de minha autoria, e publicado em diversos jornais, sites, blogues.
Fico no aguardo de alguma manifestação.
Um forte abraço em todos, e que a Reforma Política traga bons frutos, ainda para as eleições de 2010."
O BEABÁ DA REFORMA POLÍTICA
A tão falada em verso e prosa (mais prosa do que verso) reforma política já deveria estar na rua. Não da maneira como querem alguns intelectualóides do Congresso Nacional, mas de uma forma simples, direta, objetiva, sem parágrafos, sem incisos, sem alíneas entre outros artifícios que, em última instância, só servem para aliviar a situação em favor de muitos dos nossos políticos e, em especial, dos politiqueiros, aqueles que querem se perpetuar, junto com familiares, com os amigos, no poder.
Vamos simplificar o processo. Algumas sugestões para análise:
Artigo 1o.) Fidelidade partidária: Trocou de partido, perde o mandato. O Congresso deve referendar este artigo aprovado pelo TSE;
Artigo 2o.) Perda de mandado para o parlamentar que aceitar cargo de secretário de Estado, ministro;
Artigo 3o.) Mandato de cinco (5) anos para todos os cargos;
Artigo 4o.) Fim da reeleição;
Artigo 5o.) Fim do segundo turno. Será eleito o candidato que somar mais votos na eleição;
Artigo 6o.) Eleições gerais, de vereador à presidente. A propósito: Isto obrigaria a prorrogação dos atuais mandados do presidente, dos governadores, dos deputados (federais/estaduais) e dos senadores por mais dois anos, até 2012;
Artigo 7o.) Fim das coligações: Partido que não tem candidato próprio não participa de eleições;
Artigo 8o.) Financiamento público de campanha: valores iguais para todos os partidos;
Artigo 9o.) Tempo de rádio/televisão, no Horário Eleitoral Gratuito, para candidatos à prefeito, governador e presidente: igual, dividido entre todos. O mesmo critério pode ser usado no caso dos candidatos à vereador, deputado (estadual e federal), e para o senado. Na minha opinião deveria ser ao vivo, sem produção publicitária, e com temas diários, por exemplo: segunda-feira, Educação; Terça: Saúde; quarta...
Artigo 10o.) Nepotismo zero;
Artigo 11o.) Fim do voto secreto nas votações no Congresso (Câmara e Senado), assembléias estaduais e câmaras de vereadores;
Artigo 12o.) Fim das abstenções nas votações. Ou o parlamentar é a favor... ou é contra!;
Artigo 13o.) Diminuição do número de partidos políticos, em particular os chamados nanicos que, raras exceções, só servem para arranjos em eleições, onde hoje somam tempo de rádio e televisão no tal Horário Eleitoral Gratuito, para ajudar a terceiros.
Eleições e posse
Nos casos de troca de comando no Executivo - sai um prefeito/um governador/o presidente, entra outro - a posse deveria ocorrer 48 horas após o anúncio oficial do resultado das urnas. Isto evitaria o que acontece hoje, quando a referida troca se dá somente 90 dias após a eleição, e que acaba permitindo, aos perdedores mal intencionados, que se 'apaguem as digitais', que se 'limpem os cofres', entre outras barbaridades tão comuns, infelizmente, em nosso meio político. Como sugestão, o prefeito (assim como o governador e o presidente) deveria deixar sua mesa 'limpa' uma semana antes das eleições, para ganhar tempo, e a troca de comando ser imediata, como estamos sugerindo acima. Isto ainda serviria para que não se criassem cargos de última hora, não se promovessem degolas eleitoreiras, entre outros atos que denigrem a já combalida classe política.
Este e-mail foi enviado aos senadores abaixo, com os quais terei imensa satisfação em discutir as sugestões: Demóstenes Torres, Aloizio Mercadante, Antonio Carlos Magalhães Júnior, Álvaro Dias, Antonio Valadares, Cícero Lucena, Eduardo Azeredo, Eduardo Suplicy, Flexa Ribeiro, Gim Argello, Inácio Arruda, Lobão Filho, Lúcia Vânia, Marcelo Crivella, Marco Maciel, Marina Silva, Osmar Dias, Pedro Simon, Renato Casagrande, Roberto Cavalcanti, Romeu Tuma, Serys Slhessarenko,Valdir Raupp, Walter Pereira e Wellington Salgado.
Em tempo: Nenhum dos representantes de Santa Catarina - Ideli Salvatti, Neuto de Conto e Raimundo Colombo - fazem parte destas comissões... ou estavam ausentes no debate desta quarta-feira. Uma pena!
Fui!!!... na certeza da manifestação dos senadores catarinas... MAIS DEMORA!!!
Curt Nees, 62, publicitário, despachando de Jaraguá do Sul, na bela e Santa Catarina - curt.nees@gmail.com
presentes à reunião conjunta da CCJ e da CCT, na data de hoje, 2/set/2009:
Acompanhando esta sessão pela TV Senado, primeiramente devo expor minha tristeza ao ver nossos representantes (bem como suas assessorias) ora ao celular, ora aos cochichos, enquanto alguém usa (ou tenta usar!) da palavra para tratar um assunto tão importante como a Reforma Política. O país todo está assistindo, mas parece que muitos não sabem... Ou não se importam. É lastimável!
Quando das votações, as nominais, assisti até senador se abstendo de votar. Desculpem. Ou é sim (a favor) ou é não (contra). Temos o direito de saber, e os senhores a obrigação de externar suas opiniões.
Me permito lhes encaminhar texto - abaixo - de minha autoria, e publicado em diversos jornais, sites, blogues.
Fico no aguardo de alguma manifestação.
Um forte abraço em todos, e que a Reforma Política traga bons frutos, ainda para as eleições de 2010."
O BEABÁ DA REFORMA POLÍTICA
A tão falada em verso e prosa (mais prosa do que verso) reforma política já deveria estar na rua. Não da maneira como querem alguns intelectualóides do Congresso Nacional, mas de uma forma simples, direta, objetiva, sem parágrafos, sem incisos, sem alíneas entre outros artifícios que, em última instância, só servem para aliviar a situação em favor de muitos dos nossos políticos e, em especial, dos politiqueiros, aqueles que querem se perpetuar, junto com familiares, com os amigos, no poder.
Vamos simplificar o processo. Algumas sugestões para análise:
Artigo 1o.) Fidelidade partidária: Trocou de partido, perde o mandato. O Congresso deve referendar este artigo aprovado pelo TSE;
Artigo 2o.) Perda de mandado para o parlamentar que aceitar cargo de secretário de Estado, ministro;
Artigo 3o.) Mandato de cinco (5) anos para todos os cargos;
Artigo 4o.) Fim da reeleição;
Artigo 5o.) Fim do segundo turno. Será eleito o candidato que somar mais votos na eleição;
Artigo 6o.) Eleições gerais, de vereador à presidente. A propósito: Isto obrigaria a prorrogação dos atuais mandados do presidente, dos governadores, dos deputados (federais/estaduais) e dos senadores por mais dois anos, até 2012;
Artigo 7o.) Fim das coligações: Partido que não tem candidato próprio não participa de eleições;
Artigo 8o.) Financiamento público de campanha: valores iguais para todos os partidos;
Artigo 9o.) Tempo de rádio/televisão, no Horário Eleitoral Gratuito, para candidatos à prefeito, governador e presidente: igual, dividido entre todos. O mesmo critério pode ser usado no caso dos candidatos à vereador, deputado (estadual e federal), e para o senado. Na minha opinião deveria ser ao vivo, sem produção publicitária, e com temas diários, por exemplo: segunda-feira, Educação; Terça: Saúde; quarta...
Artigo 10o.) Nepotismo zero;
Artigo 11o.) Fim do voto secreto nas votações no Congresso (Câmara e Senado), assembléias estaduais e câmaras de vereadores;
Artigo 12o.) Fim das abstenções nas votações. Ou o parlamentar é a favor... ou é contra!;
Artigo 13o.) Diminuição do número de partidos políticos, em particular os chamados nanicos que, raras exceções, só servem para arranjos em eleições, onde hoje somam tempo de rádio e televisão no tal Horário Eleitoral Gratuito, para ajudar a terceiros.
Eleições e posse
Nos casos de troca de comando no Executivo - sai um prefeito/um governador/o presidente, entra outro - a posse deveria ocorrer 48 horas após o anúncio oficial do resultado das urnas. Isto evitaria o que acontece hoje, quando a referida troca se dá somente 90 dias após a eleição, e que acaba permitindo, aos perdedores mal intencionados, que se 'apaguem as digitais', que se 'limpem os cofres', entre outras barbaridades tão comuns, infelizmente, em nosso meio político. Como sugestão, o prefeito (assim como o governador e o presidente) deveria deixar sua mesa 'limpa' uma semana antes das eleições, para ganhar tempo, e a troca de comando ser imediata, como estamos sugerindo acima. Isto ainda serviria para que não se criassem cargos de última hora, não se promovessem degolas eleitoreiras, entre outros atos que denigrem a já combalida classe política.
Este e-mail foi enviado aos senadores abaixo, com os quais terei imensa satisfação em discutir as sugestões: Demóstenes Torres, Aloizio Mercadante, Antonio Carlos Magalhães Júnior, Álvaro Dias, Antonio Valadares, Cícero Lucena, Eduardo Azeredo, Eduardo Suplicy, Flexa Ribeiro, Gim Argello, Inácio Arruda, Lobão Filho, Lúcia Vânia, Marcelo Crivella, Marco Maciel, Marina Silva, Osmar Dias, Pedro Simon, Renato Casagrande, Roberto Cavalcanti, Romeu Tuma, Serys Slhessarenko,Valdir Raupp, Walter Pereira e Wellington Salgado.
Em tempo: Nenhum dos representantes de Santa Catarina - Ideli Salvatti, Neuto de Conto e Raimundo Colombo - fazem parte destas comissões... ou estavam ausentes no debate desta quarta-feira. Uma pena!
Fui!!!... na certeza da manifestação dos senadores catarinas... MAIS DEMORA!!!
Curt Nees, 62, publicitário, despachando de Jaraguá do Sul, na bela e Santa Catarina - curt.nees@gmail.com

Um comentário:
Os senadores catarinenses já responderam? Não? Espere até amanhã. Eles vão responder.
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